Aláfia

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ALÁFIA

LANÇAMENTO/ALBUM RELEASE – SÃO PAULO NÃO É SOPA (2017)

ALÁFIA LANÇA TRILHA SONORA PARA A CIDADE DE SÃO PAULO
Terceiro álbum da banda reflete questões políticas, sociais e raciais dentro da capital paulista.


Após pouco mais de um ano desde “Corpura”, o Aláfia (‘caminhos abertos’ em iorubá) lança “SP NÃO É SOPA, NA BEIRADA ESQUENTA”. Com 11 faixas, o novo disco – produzido e dirigido por Eduardo Brechó – é trilha sonora para a megalópole e conta com a participação de vários artistas locais.

“São Paulo é uma relação de amor e ódio mesmo. Pensei muito nas grandes trilhas de blaxploitation para produzir esta homenagem concreta e ácida”, explica Brechó, autor de dez das onze faixas listadas na obra. “As letras falam da Amaral Gurgel, Bela Vista, Brasilândia, Vila Madalena, São Mateus, Capão Redondo e vizinhanças que circulamos”, completa.

Considerado pelos 11 membros da banda como um desdobramento de todo o trabalho realizado nesses quase 6 anos de estrada, “SP NÃO É SOPA” é um disco de canções, com referências tradicionais em roupagens não convencionais. “Apesar de apresentarmos uma sonoridade bem diferente daquelas dos outros discos, as referências, tanto em forma quanto conteúdo, são as mesmas. Poesia, funk e candomblé são nossa raiz e não tem como não mantermos o conceito de nossa estética. A diferença é que enfatizamos elementos eletrônicos, filtros e processamentos, construímos um som mais sujo e urbano, cuja questão central é a periferia. Navegando entre caos, violência e doçura”. Os padrões rítmicos do candomblé ficam presentes neste álbum, porém com menos ênfase que nos dois anteriores: “Não há ruptura em não citar diretamente os toques e assuntos relacionados aos orixás e/ou terreiro neste trabalho, é uma outra abordagem dos mesmos ensinamentos e temas”.
Participam cantando no disco Raquel Virgínia e Assucena, de “As Bahias e A Cozinha Mineira”, em “Mano e Mona”, Fernando Ripol, do “Samba do Congo”, em “Agogô de 5 Bocas”, e Luísa Maita, em “Saracura”. As participações também incluem Vinícius Chagas no saxofone, Marco Mattoli no violão, baixo de Robinho Tavares, guitarra, violão de 7 cordas e cavaco de Julio Fejuca, ‘timbatera’ de João Parahyba e os scratches e colagens de DJ Nyack (Discopédia).
Gravado no Red Bull Studios e Fluxo Produções, o álbum “SP NÃO É SOPA, NA BEIRADA ESQUENTA” foi realizado com apoio do Edital PROAC 2015 da Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo. Rodrigo Funai e Gustavo Lenza assinam a mixagem. Na masterização, Felipe Tichauer. A co-produção musical é de Filipe Gomes, baterista da banda.
Aláfia é formado por Eduardo Brechó (voz e guitarra), Xênia França (voz), Jairo Pereira (voz), Alysson Bruno (percussão), Pedro Bandera (percussão), Lucas Cirillo (gaita), Pipo Pegoraro (guitarra), Gabriel Catanzaro (baixo), Gil Duarte (trombone e flauta), Filipe Gomes (bateria), Fabio Leandro (teclado).

ALÁFIA LAUNCHES SOUNDTRACK FOR THE CITY OF SÃO PAULO
The band’s third album reflects the political, social and racial issues within the Brazilian Megalopolis.

A little more than a year after “Corpura”, Aláfia (‘open roads’ in Yoruba) launches ‘SP NÃO É SOPA, NA BEIRADA ESQUENTA’ (which could be translated as ‘SP isn’t duck soup, it gets hot on the edge’). With eleven tracks, the new album produced and directed by Eduardo Brechó is a soundtrack for the megalopolis, with several local artists taking part.

Eleven personalities assembled give rise to a dense, cosmopolitan, dancing sound. It all started back in 2011, when the Aláfia pack was heating up their affinities with a run of performances at Bar B, in the center of São Paulo. The street language, the freshness of these gatherings, and the deep liaison with the Afro-Brazilian ancestry dawned as crucial aspects to the creation of the group. Aláfia is the clash of modern and traditional, center and periphery, simplicity and sophistication, peace and struggle. Of urban nature, the troop belongs in the entranced city. Aláfia’s music rises from the digestion of such diverse influences, a meeting point of rap, Brazilian pop music, funk, as well as the musicality of traditional worship yards. Rhythms and melodies shape a sophisticated lyricism that questions the current society, leaving no one indifferent. With Eduardo Brechó (vocals and guitar), Jairo Pereira (vocals), Xênia França (vocals), Lucas Cirillo (harmonica), Alysson Bruno (percussion), Pedro Bandera (percussion) Pipo Pegoraro (guitar), Filipe Gomes (drums), Gil Duarte (trombone and flute), Fabio Leandro (keyboards) and Gabriel Catanzaro (bass), the band also counts with several partners and friends in the current musical scene.
After releasing a first eponymous album in 2013 at SESC Pompéia with packed house, Aláfia has been through all over the city and state of São Paulo, marking their presence in local venues. They took part in important events, such as the Black Consciousness Day at the Anhangabaú Valley, the Virada Cultural of both city and state of São Paulo, the opening of Cooperifa’s culture festival, João Rock Festival in Ribeirão Preto, Favela Monte Azul Festival, among others. The band also made itself present in other states: at the SESC Cariri cultural festival, in Ceará; and the Festival Veraneio, held at Oi Futuro Ipanema, in Rio de Janeiro; until making its first overseas performance at Plaza de la Revolución in La Havana, Cuba.
Its originality was highlighted by the media and acknowledged by the music scene. The song Mais Tarde made it to the soundtrack of the “Fifa World Cup 2014” videogame, by Electronic Arts, while Em Punga integrates the New Sounds selection of the British magazine Songlines. In May 2014, Aláfia released the single Quintal along with their first video, which had over four thousand views in the first 48 hours.

2015 marks the release of their 2nd record, Corpura (YB Music), sponsored by the Natura Musical program. Produced by Alê Siqueira and Eduardo Brechó, it brings along the band’s commitment not only to its Brazilian roots and matrixes, but also to the need of dialoguing with the country’s cultural and social realities. Current and relevant issues are approached and brought to music while Aláfia flirts with Carioca black music back from the 70s, along with touches of North American and African funk. The “candomblé funk” then reaches its maturity. Corpura equally leads to reflection and invites do dance.
Launched in September 2015, at Auditório Ibirapuera in São Paulo, and it conquered the whole Brazil, touring more than 80 shows in a year and a half. The band played in mains Brazilian cities as Rio de Janeiro, Porto Alegre, Florianópolis, Belo Horizonte, Brasilia, Salvador, Natal, Curitiba, Belém, etc.

Aláfia is now launching its 3rd album to be released February 2017, and expending their music abroad. They where selected for official showcase at Circulart (2016 Medellin, Colombia), toured in Chile and Uruguay in January 2017, and will play for the first time in Europe in May-June 2017.

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